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acima de 50 Super Obesidade

As dificuldades de manter uma vida saudável hoje em dia

Postado por Vivendo Bem domingo, 22 de novembro de 2009 0 comentários


“Antigamente as pessoas eram mais saudáveis”, “o tempo acompanhava a natureza”, “as cidades eram menos poluídas”. Pelo menos uma destas frases você já ouviu no seu dia-a-dia atribulado e veloz. Hoje, há pouco tempo para as pessoas cuidarem de si. Seja na alimentação, nos exercícios físicos ou no tempo destinado ao sono, temos deixado de cuidar daquilo que nos é fundamental: nossa saúde.

O excesso de trabalho combinado com a escassez do tempo e as novas tecnologias têm resultado num problema de saúde global porque as pessoas perderam o controle sobre suas vidas: não há hora para alimentação, o que as leva aos fast-foods; não há controle sobre o tempo que passam em frente aos monitores, o que pode causar problemas de visão, sedentarismo e LER (Lesão por Esforço Repetitivo). A depressão e o Estresse, causados por essa desregulação na vida, são consideradas as doenças do século XXI. 

A Jornalista Graça Paes, de 32 anos, destaca porque é difícil largar o computador para fazer atividades físicas: “O computador nos faz perder a noção do tempo. Se começarmos a vasculhá-lo e procurar informações, nem vemos a hora passar e aí é realmente complicado, pois ficamos estagnados e sedentários. Perdemos na frente do computador, na maior parte das vezes, um tempo precioso no qual poderíamos estar realizando atividades físicas.”

O maior desafio para as pessoas que querem fazer exercícios para se manter saudáveis é encontrar tempo para fazê-los. Graça confirma: “Há mais de um ano eu não pratico regularmente exercícios físicos. Devido ao trabalho e ao término da minha monografia, o tempo está muito curto, mas para equilibrar eu caminho todos os dias, pelo menos 20 minutos, além de realizar as tarefas rotineiras de um lar”, conta Graça.

O Web Designer Marcos Cavalcante, também com 32 anos, tem o hábito de correr na praia, pela manhã, seis vezes por semana e faz aulas de dança a noite.

A Designer de Moda Ceres Nogueira, da mesma idade, também gosta de correr na praia, mas é outra que não tem tido tempo para praticar exercícios: “Não tenho feito muitas atividades físicas nesse semestre, mas amo correr na praia e nadar na piscina, além, claro, de uma boa Yoga e musculação. Semestre que vem vou voltar a fazer isso”, prevê Ceres.

Já a estudante Thayná Pinheiro, de 18 anos, reserva o tempo da noite para fazer diversas atividades físicas durante a semana na academia: “De segunda à sexta faço corrida, spinning e musculação”, conta Thayná. 

O exemplo de Thayná confirma que não são as tecnologias que nos fazem mal, e sim a má administração do tempo que passamos junto a elas. Hoje, já existem tecnologias que nos favorecem quando o assunto é saúde, sem contar que as evoluções tecnológicas têm ajudado em muitos campos do saber, inclusive  na medicina.


Preocupação com a alimentação 



Ter uma alimentação saudável com uma dieta equilibrada ajuda a manter o corpo saudável. É importante prestar atenção ao que se come em casa e fora dela. Os alimentos oferecidos pelos fast-foods são conhecidos como vilões da saúde. O Blog Vivendo Bem foi ouvir o que as pessoas pensam sobre o assunto, e constatou que as opiniões divergem: enquanto a estudante Thayná Pinheiro, de 18 anos, destaca o papel nocivo deles, a, também estudante Louise Duarte, de 30 anos, destaca as mudanças que ocorreram nas lanchonetes para oferecer mais saúde aos clientes e a praticidade desses restaurantes em meio a correria diária.

Como em fast-foods uma vez a cada 2 meses, em média. Acho que fazem muito mal à saúde”, declara Thayná.





“Eu sou adepta do fast-food, especialmente quando estou com pressa, o que acaba sendo ótimo, mas não costumo ir sempre. Acho que os fast-foods melhoraram bastante de uns anos para cá. Hoje em dia, vendem até saladas e maçã. Acho que eles estão tentando se adaptar com os diversos tipos de público”, defende Louise.

Muitos dos entrevistados comentaram como fazem para manter a alimentação da família. A designer de moda Ceres Nogueira, de 32 anos, comentou sobre sua alimentação: “eu sempre compro coisas boas no mercado, muitas frutas e verduras sempre”, conta.  

A jornalista Graça Paes, da mesma idade, expõe a preocupação com o que o filho come: “É difícil controlar a alimentação dos filhos, ainda mais quando eles entram na fase da adolescência. Como o meu filho não tem tendência a engordar, pelo contrário, ele é magrinho e joga futebol todos os dias, ele tem uma alimentação balanceada, mas, como todo adolescente abusa do fast-food, doces, sorvetes. Eu, até por ele fazer parte de um time de futebol, procuro orientar, mostrar o que é bom e o que é ruim, mas não o controlo”, descreve Graça.

Ceres ainda não tem filhos, mas já sabe como vai cuidar da nutrição deles: “Não tenho filhos, mas quando os tiver com toda certeza eles farão dieta sim. Comerão sempre alimentos escolhidos por mim”, antecipa.


Ouça as entrevistas do Blog Vivendo Bem com alunos de uma universidade sobre como manter uma vida saudável hoje em dia.

Tecnologia a favor da saúde

Postado por Vivendo Bem sábado, 21 de novembro de 2009 0 comentários

Passos apressados, tempo corrido, alimentação desregulada e nenhum tempo para se exercitar. É assim que se resume o dia-a-dia das pessoas que estão imersas nessa nova era, uma época em que o virtual tomou espaço do real, em que as pessoas estão cada vez mais atribuladas e sem tempo, prezando sempre pelo imediato.


As tecnologias parecem pipocar a todo tempo: cada dia surge uma, tornando a que apareceu recentemente em obsoleta. Devido a isso, as pessoas acrescentaram a sua vida mais comodidade e sedentarismo, e como consequência, uma geração de obesos cresce nas estatísticas, assustando médicos e cientistas.


Segundo um relatório feito pela American Academy of Pediatrics, 32% das crianças norte-americanas estão acima do peso ideal por levarem vidas sedentárias e não manter uma alimentação saudável. O documento ainda aponta o videogame e o computador como os principais vilões do problema.


Já que é tão difícil mudar o comportamento atual de toda uma sociedade, as empresas estão querendo levar um pouco mais de qualidade de vida a ela. Um exemplo disso é o surgimento do Nintendo Wii Fit, que consiste em um “aparelho” em que você joga vídeo-game ao mesmo tempo em que se exercita. A ideia inovadora pretende dar uma vida mais saudável às pessoas que não abrem mão dos benefícios que a tecnologia traz.





A administradora de empresas Bruna da Silveira é uma dessas pessoas que incorporaram o Wii Fit em seu dia-a-dia e estão colhendo os frutos da prática de exercícios na comodidade de sua casa.
“Só no fato de poder me exercitar em qualquer horário sem a aglomeração de uma academia, já senti muitas vantagens, porém tenho reparado que desde que comecei a praticar Yoga e Aeróbica no Wii Fit, tenho ficado mais calma, melhorei minha postura e fiquei mais relaxada e ativa”, conta a administradora.


Pesquisas realizadas com 23 crianças com idades entre 10 a 13 anos indicaram que jogar boxe no "Wii Sports" e dançar no jogo Dance Dance Revolution rende mais gasto de calorias do que caminhar em uma esteira de ginástica, mas essa nova tecnologia a favor do bem-estar dos consumidores não atinge só as crianças. Um grande número de adultos e até de idosos pareceu se empolgar com a possibilidade de se exercitar brincando.


“Agora posso praticar exercícios em casa sempre que tenho uns minutinhos de folga. E é muito bacana porque também posso interagir com a minha família, já que meu marido e minha filha de quatro anos também praticam e um acaba incentivando o outro, em uma competição bem saudável”, acrescenta Bruna da Silveira.


Com pouco tempo ou não, é importante ressaltar que uma alimentação equilibrada e a prática regular de exercícios físicos proporcionam uma vida mais equilibrada e ameniza alguns efeitos do dia-a-dia como o estresse e a fadiga.  

Assista ao vídeo demonstrativo do Wii Fit! Quem nos mostra é o jornalista  e apresentador Gavroche Fukuma do Buscapé Vídeos.





Entendendo produto orgânico como aquele obtido sem a utilização de produtos químicos ou de hormônios sintéticos que favoreçam o seu crescimento, obtém-se a informação de que o mesmo evita problemas de saúde causados pela ingestão de substâncias químicas tóxicas protege a qualidade da água, a fertilidade do solo, a vida silvestre e é mais nutritivo.


Segundo o Instituto Biodinâmico (IBD), um certificador brasileiro reconhecido internacionalmente, a produção orgânica no Brasil cresce 30% ao ano e ocupa atualmente uma área de 6,5 milhões de hectares de terras, colocando o país na segunda posição dentre os maiores produtores mundiais de orgânicos, principalmente devido ao extrativismo sustentável de espécies das matas tropicais. Cerca de 75% da produção nacional de orgânicos é exportada, principalmente para a  Europa, Estados Unidos e Japão. A soja, o café e o açúcar lideram as exportações. No mercado interno, os produtos mais comuns são as hortaliças, seguidos de café, açúcar, sucos, mel, geléias, feijão, cereais, laticínios, doces, chás e ervas medicinais.


As preocupações com as mudanças climáticas, o aumento da divulgação na imprensa e uma maior atenção por parte do Governo, são alguns dos fatores responsáveis pelo crescimento do setor. Em 2003, o Brasil aprovou uma lei específica para a agricultura orgânica, valorizando o segmento com isso. Ao mesmo tempo, elaborou um plano de trabalho para executar o Programa de Desenvolvimento na Agricultura Orgânica, contemplado no Plano Plurianual 2004-2007.


Atualmente, feiras do ramo chegam a reunir até 300 produtores, como a Biofach, em São Paulo. Essas feiras buscam aproximar os produtores das oportunidades de negócios com possíveis revendedores, como redes de supermercados e lojas especializadas. Elas também trazem informações que vão desde o cultivo orgânico, inoculação de sementes de leguminosas, recuperação de áreas degradadas, até adubação verde e cobertura viva do solo. O que antes era um mercado específico, agora passou a ser um grande negócio.


Pelo menos 80% dos produtores orgânicos certificados no Brasil são de pequenos agricultores familiares (cerca de 20 mil). As associações e cooperativas de pequenos produtores vem crescendo e viabilizam a agricultura orgânica em muitas regiões fixando o homem no campo. Muitas famílias consomem e vendem o que plantam. O sistema de cultivo orgânico observa as leis da natureza, respeita as diferentes épocas de safra e todo o manejo agrícola está baseado na preservação dos recursos naturais.




Estudos revelam que a produção de alimentos sem uso de tóxicos agrícolas e pecuários passou a ser alternativa sustentável e de melhoria econômica dos minifúndios e propicia o aumento da qualidade de vida dos consumidores. O lucro chega a ser em média 25% maior que o obtido pelos outros agricultores, em decorrência dos preços melhor remuneradores e dos custos menores da produção orgânica. Cerca de 45% dos agricultores estão motivados a aderirem à produção orgânica.


Lavinia Teixeira, fisioterapeuta e pesquisadora da Universidade Federal de Sergipe (UFS), argumenta que a boa alimentação e o consumo de produtos orgânicos são de extrema importância para o auxílio na recuperação de lesões de todos os níveis.


Conheça mais sobre os produtos orgânicos e o segredo da limonada clorofilada!



Os erros e acertos dos pais na alimentação infantil

Postado por Vivendo Bem quarta-feira, 18 de novembro de 2009 0 comentários


De acordo com nutricionistas especializados, para que tenhamos uma melhor saúde física, é necessário que nossa alimentação seja predominantemente rica em hidratos de carbono, que contenha 1/3 de gorduras e o que restar seja coberto por proteínas. Paralelamente a isso, devemos praticar atividades físicas diariamente. Mas como cuidar de tudo isso em crianças?

Grandes erros são cometidos pelos pais em relação à alimentação das crianças. Alguns deles são tratar a comida como um prêmio ou um castigo. Os pais também são responsáveis pelo sobrepeso de muitas crianças, pois são eles que respondem pelo que a criança come dentro e fora de casa. 

A nutricionista Natascha Diniz, em entrevista ao Blog Vivendo Bem, afirma que esse sobrepeso deve-se ao fato das crianças comerem mais quantidade de alimentos do que necessitam diariamente, e suas alimentações serem ricas em gorduras e açúcares, presentes em grandes quantidades de carnes, doces e bolos. Ainda segundo a nutricionista essas crianças também não consomem legumes, verduras, frutas e outros alimentos essenciais para uma boa alimentação. Outro fator para o sobrepeso é o fato da criança não fazer uma boa alimentação em casa e acabar comendo nas ruas. Uma matéria da Folha Online revelou uma pesquisa da Universidade de Minnesota (EUA), que  mostrou que aqueles que tomam o café da manhã, mantinham uma dieta mais saudável ao longo do dia e se sentiam fisicamente melhores do que os que não faziam a refeição. Natascha ainda afirma que outros erros são causados pelos pais: como obrigar a criança a comer mais do que ela pode, premiar um bom comportamento com doces e alimentos gordurosos como biscoitos, etc., permitir o consumo diário de doces, refrigerantes, e devido à falta de tempo oferecer alimentos pré-cozidos.




Mas há muitos acertos na alimentação infantil também. Quando os pais dão a atenção devida aos filhos, evitam o sobrepeso. O controle dos adultos desde o nascimento da criança pode ajudar numa boa educação alimentar. Quando o bebê chora, por exemplo, devemos detectar qual o problema primeiro antes de dar o alimento, para quando ele crescer não procurar na comida o alívio para algum mal-estar. Os pais devem também fazer com que os bebês provem de tudo um pouco, evitando que eles cresçam sem saber o gosto de determinados legumes, verduras e frutas. Evitar que as crianças pulem as refeições é outra dica da nutricionista, além de oferecer variadas opções de carnes, farinhas, frutas, legumes e verduras. A ingestão de líquidos também é importante, especialmente no calor. A água é uma boa opção e não contém calorias.


O Blog Vivendo Bem quer que o seu filho tenha uma vida saudável e espera ter ajudado em muitas questões relacionadas à alimentação dele. Agora é a sua vez!


Leia também: O Aspartame na Berlinda

O Aspartame na Berlinda

Postado por Vivendo Bem terça-feira, 17 de novembro de 2009 0 comentários


Créditos: www.bipolarblast.wodpress.com

Quando se fala em dieta para redução de peso, automaticamente vem à cabeça, reduzir a ingestão de alimentos, ou seja, reduzir calorias e substituir o açúcar por edulcorantes artificiais. Dentre esses, o aspartame é o que se encontra na grande maioria dos produtos da linha diet oferecidos no mercado. A questão é, até que ponto essa troca é a melhor opção para a saúde?


A grande maioria dos refrigerantes zero e diet contém aspartame na fórmula
créditos: Ludimila Raposo



Se por um lado o açúcar comum engorda (uma colher de sopa possui 100 calorias). Por outro lado estudos levantam suspeita de que o aspartame pode ser prejudicial ao organismo, podendo causar lesões no sistema nervoso central, lúpus sistêmico, esclerose múltipla e até câncer. Comprovadamente pessoas que tem fenilcetanúria, não podem fazer uso desse adoçante uma vez que essa doença se caracteriza pela ausência da enzima que digere a l-fenilalanina, substância que compõe o aspartame juntamente com o l-aspartamo e o metanol.


Essa uma polêmica ganhou força em 1999 através da divulgação de um texto supostamente escrito pela cientista norte americana Nancy Markle, onde ela informa dados sobre os malefícios do edulcorante, podendo causar problemas como fibromialgia, câncer,depressão, dores musculares, entre muitos outras doenças. Desde então esse texto circula pela internet e ganha mais força através de pesquisas sobre o assunto.


Diversos estudos vêm aumentando a suspeita. Dentre eles um estudo realizado pela Fundação Européia de Oncologia e Ciências do Meio Ambiente Ramazzini, da Itália, que verificou que o aspartame é uma substância cancerígena, experiências com ratos comprovaram o surgimento de leucemia e linfomas após a ingestão do produto.


A dona de casa Maria Julia Rios de 35 anos, fez uso de adoçante por mais de 10 anos. Começou justamente para auxiliar em uma dieta de redução de peso. Quando perguntada se alguma vez ela já se preocupou com os possíveis prejuízos do aspartame ao seu corpo ela disse que quando engravidou foi orientada pelo médico a suspender o seu uso e que optasse por outro edulcorante, o stevia(mais natural, segundo ele), alegou que o aspartame poderia prejudicar o desenvolvimento do bebe. A partir daí ela começou a se preocupar. “Quando meu médico me disse que poderia prejudicar de alguma forma o bebê, pensei que podia ser um produto que prejudicasse a minha saúde também. Nunca senti nada, mas achei melhor não arriscar. Depois disso só utilizo o stevia, que foi o adoçante recomendado por ele.”. 

Hoje em dia as familias se preocupam cada vez mais com uma alimentação mais equilibrada,   e na busca por um estilo de vida mais saudável  se deparam com um possível inimigo disfarçado. Terá algum fundamento de realidade essas questões ou será só histeria ou conspiração? Só o tempo dirá.



Novas pesquisas surgem a cada ano para aumentar ainda mais a polêmica em torno dos efeitos nocivos do produto, porém ainda não se chegou a uma conclusão definitiva.


Tanto que a Assosiação Nacional de Vigilância Sanitária considera que o produto é seguro para o consumo, contanto que respeitado o limite máximo de uso diário. O site da ANVISA esclarece a população sobre essas e outras questões acerca do aspartame, lá encontra-se também a dosagem máxima permitida para a utilização do produto.

Ouça o depoimento da estudante Aline Pyrrho sobre o uso de adoçantes.




Leia também: A expansão dos produtos orgânicos no mercado

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