Entendendo produto orgânico como aquele obtido sem a utilização de produtos químicos ou de hormônios sintéticos que favoreçam o seu crescimento, obtém-se a informação de que o mesmo evita problemas de saúde causados pela ingestão de substâncias químicas tóxicas protege a qualidade da água, a fertilidade do solo, a vida silvestre e é mais nutritivo.
Segundo o Instituto Biodinâmico (IBD), um certificador brasileiro reconhecido internacionalmente, a produção orgânica no Brasil cresce 30% ao ano e ocupa atualmente uma área de 6,5 milhões de hectares de terras, colocando o país na segunda posição dentre os maiores produtores mundiais de orgânicos, principalmente devido ao extrativismo sustentável de espécies das matas tropicais. Cerca de 75% da produção nacional de orgânicos é exportada, principalmente para a Europa, Estados Unidos e Japão. A soja, o café e o açúcar lideram as exportações. No mercado interno, os produtos mais comuns são as hortaliças, seguidos de café, açúcar, sucos, mel, geléias, feijão, cereais, laticínios, doces, chás e ervas medicinais.
As preocupações com as mudanças climáticas, o aumento da divulgação na imprensa e uma maior atenção por parte do Governo, são alguns dos fatores responsáveis pelo crescimento do setor. Em 2003, o Brasil aprovou uma lei específica para a agricultura orgânica, valorizando o segmento com isso. Ao mesmo tempo, elaborou um plano de trabalho para executar o Programa de Desenvolvimento na Agricultura Orgânica, contemplado no Plano Plurianual 2004-2007.
Atualmente, feiras do ramo chegam a reunir até 300 produtores, como a Biofach, em São Paulo. Essas feiras buscam aproximar os produtores das oportunidades de negócios com possíveis revendedores, como redes de supermercados e lojas especializadas. Elas também trazem informações que vão desde o cultivo orgânico, inoculação de sementes de leguminosas, recuperação de áreas degradadas, até adubação verde e cobertura viva do solo. O que antes era um mercado específico, agora passou a ser um grande negócio.
Pelo menos 80% dos produtores orgânicos certificados no Brasil são de pequenos agricultores familiares (cerca de 20 mil). As associações e cooperativas de pequenos produtores vem crescendo e viabilizam a agricultura orgânica em muitas regiões fixando o homem no campo. Muitas famílias consomem e vendem o que plantam. O sistema de cultivo orgânico observa as leis da natureza, respeita as diferentes épocas de safra e todo o manejo agrícola está baseado na preservação dos recursos naturais.
Segundo o Instituto Biodinâmico (IBD), um certificador brasileiro reconhecido internacionalmente, a produção orgânica no Brasil cresce 30% ao ano e ocupa atualmente uma área de 6,5 milhões de hectares de terras, colocando o país na segunda posição dentre os maiores produtores mundiais de orgânicos, principalmente devido ao extrativismo sustentável de espécies das matas tropicais. Cerca de 75% da produção nacional de orgânicos é exportada, principalmente para a Europa, Estados Unidos e Japão. A soja, o café e o açúcar lideram as exportações. No mercado interno, os produtos mais comuns são as hortaliças, seguidos de café, açúcar, sucos, mel, geléias, feijão, cereais, laticínios, doces, chás e ervas medicinais.
As preocupações com as mudanças climáticas, o aumento da divulgação na imprensa e uma maior atenção por parte do Governo, são alguns dos fatores responsáveis pelo crescimento do setor. Em 2003, o Brasil aprovou uma lei específica para a agricultura orgânica, valorizando o segmento com isso. Ao mesmo tempo, elaborou um plano de trabalho para executar o Programa de Desenvolvimento na Agricultura Orgânica, contemplado no Plano Plurianual 2004-2007.
Atualmente, feiras do ramo chegam a reunir até 300 produtores, como a Biofach, em São Paulo. Essas feiras buscam aproximar os produtores das oportunidades de negócios com possíveis revendedores, como redes de supermercados e lojas especializadas. Elas também trazem informações que vão desde o cultivo orgânico, inoculação de sementes de leguminosas, recuperação de áreas degradadas, até adubação verde e cobertura viva do solo. O que antes era um mercado específico, agora passou a ser um grande negócio.
Pelo menos 80% dos produtores orgânicos certificados no Brasil são de pequenos agricultores familiares (cerca de 20 mil). As associações e cooperativas de pequenos produtores vem crescendo e viabilizam a agricultura orgânica em muitas regiões fixando o homem no campo. Muitas famílias consomem e vendem o que plantam. O sistema de cultivo orgânico observa as leis da natureza, respeita as diferentes épocas de safra e todo o manejo agrícola está baseado na preservação dos recursos naturais.
Estudos revelam que a produção de alimentos sem uso de tóxicos agrícolas e pecuários passou a ser alternativa sustentável e de melhoria econômica dos minifúndios e propicia o aumento da qualidade de vida dos consumidores. O lucro chega a ser em média 25% maior que o obtido pelos outros agricultores, em decorrência dos preços melhor remuneradores e dos custos menores da produção orgânica. Cerca de 45% dos agricultores estão motivados a aderirem à produção orgânica.
Lavinia Teixeira, fisioterapeuta e pesquisadora da Universidade Federal de Sergipe (UFS), argumenta que a boa alimentação e o consumo de produtos orgânicos são de extrema importância para o auxílio na recuperação de lesões de todos os níveis.
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