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O Aspartame na Berlinda

Postado por Vivendo Bem terça-feira, 17 de novembro de 2009


Créditos: www.bipolarblast.wodpress.com

Quando se fala em dieta para redução de peso, automaticamente vem à cabeça, reduzir a ingestão de alimentos, ou seja, reduzir calorias e substituir o açúcar por edulcorantes artificiais. Dentre esses, o aspartame é o que se encontra na grande maioria dos produtos da linha diet oferecidos no mercado. A questão é, até que ponto essa troca é a melhor opção para a saúde?


A grande maioria dos refrigerantes zero e diet contém aspartame na fórmula
créditos: Ludimila Raposo



Se por um lado o açúcar comum engorda (uma colher de sopa possui 100 calorias). Por outro lado estudos levantam suspeita de que o aspartame pode ser prejudicial ao organismo, podendo causar lesões no sistema nervoso central, lúpus sistêmico, esclerose múltipla e até câncer. Comprovadamente pessoas que tem fenilcetanúria, não podem fazer uso desse adoçante uma vez que essa doença se caracteriza pela ausência da enzima que digere a l-fenilalanina, substância que compõe o aspartame juntamente com o l-aspartamo e o metanol.


Essa uma polêmica ganhou força em 1999 através da divulgação de um texto supostamente escrito pela cientista norte americana Nancy Markle, onde ela informa dados sobre os malefícios do edulcorante, podendo causar problemas como fibromialgia, câncer,depressão, dores musculares, entre muitos outras doenças. Desde então esse texto circula pela internet e ganha mais força através de pesquisas sobre o assunto.


Diversos estudos vêm aumentando a suspeita. Dentre eles um estudo realizado pela Fundação Européia de Oncologia e Ciências do Meio Ambiente Ramazzini, da Itália, que verificou que o aspartame é uma substância cancerígena, experiências com ratos comprovaram o surgimento de leucemia e linfomas após a ingestão do produto.


A dona de casa Maria Julia Rios de 35 anos, fez uso de adoçante por mais de 10 anos. Começou justamente para auxiliar em uma dieta de redução de peso. Quando perguntada se alguma vez ela já se preocupou com os possíveis prejuízos do aspartame ao seu corpo ela disse que quando engravidou foi orientada pelo médico a suspender o seu uso e que optasse por outro edulcorante, o stevia(mais natural, segundo ele), alegou que o aspartame poderia prejudicar o desenvolvimento do bebe. A partir daí ela começou a se preocupar. “Quando meu médico me disse que poderia prejudicar de alguma forma o bebê, pensei que podia ser um produto que prejudicasse a minha saúde também. Nunca senti nada, mas achei melhor não arriscar. Depois disso só utilizo o stevia, que foi o adoçante recomendado por ele.”. 

Hoje em dia as familias se preocupam cada vez mais com uma alimentação mais equilibrada,   e na busca por um estilo de vida mais saudável  se deparam com um possível inimigo disfarçado. Terá algum fundamento de realidade essas questões ou será só histeria ou conspiração? Só o tempo dirá.



Novas pesquisas surgem a cada ano para aumentar ainda mais a polêmica em torno dos efeitos nocivos do produto, porém ainda não se chegou a uma conclusão definitiva.


Tanto que a Assosiação Nacional de Vigilância Sanitária considera que o produto é seguro para o consumo, contanto que respeitado o limite máximo de uso diário. O site da ANVISA esclarece a população sobre essas e outras questões acerca do aspartame, lá encontra-se também a dosagem máxima permitida para a utilização do produto.

Ouça o depoimento da estudante Aline Pyrrho sobre o uso de adoçantes.




Leia também: A expansão dos produtos orgânicos no mercado

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